terça-feira, 22 de junho de 2010

Agenda dos Saberes:


A pensar em si, criamos diversos workshops que exploram de forma mais profunda cada aspecto do Ser Humano, como ser integral, mas também como individualidade que tem que procurar em si próprio a resposta às suas dúvidas. Por este motivo, surge agora um ciclo de workshops que partem do Ser (individual) à procura do Saber (o conhecimento de si e do que o rodeia) e do Sorrir (como expressão máxima de bem-estar e equilíbrio). Nesse sentido, apresentamos aqui o Ciclo de Workshops do Ego.




Inscreva-se e não tenha vergonha nem medo de ser feliz!!!!

Ficha de inscrição: clique aqui .

Investimento: o investimento base de cada workshop será de 25€, podendo variar consoante o tema – verifique sempre os detalhes de cada tema e as promoções existentes.

Horário: Todos os workshops terão início às 14h45 e terminarão às 18 horas.

Notas:

A inscrição só é válida após comprovação de pagamento;
O pagamento deve ser realizado até 48 horas antes da realização do workshop;
Em caso de desistência o valor não é reembolsável. (Obs.: Em casos justificáveis, este valor poderá ser utilizado para participar em outro workshop deste ciclo)


Contactos:
info@saberesorrir.com 913 463 901 / 967 302 010 / 966 189 415 Praça D. Filipa de Lencastre, nº 22, sala 67 – 4050-259 Porto

terça-feira, 15 de junho de 2010

Reclusas estrelas – a arte transformadora



No dia 10 de Junho, no teatro Rivoli no Porto, o Espaço t finalizou o ciclo de espetáculos em teatro e dança – Corpo Evento - com a apresentação da oficina de teatro do Estabelecimento Prisional Especial de Santa Cruz do Bispo com a peça “Prisão DO Ventre” – espetáculo produzido pelo CATS (Centro de Arte Terapia Social) com direcção Artística de Diana Gabriel e Alina Marques.

A peça demonstrou, de forma dinâmica e bem-humorada, o dia-a-dia das reclusas, seus pensamentos, sentimentos e formas de interacção, assim como, as escolhas menos acertadas de mulheres que se apaixonaram e optaram pelo caminho do crime ou contravenção, junto com seus parceiros.

Através da representação, do canto e da dança, mostraram ao público o lado que ninguém quer ver quando olha para um condenado: o ser humano por de trás do crime, que ama, sofre, se arrepende e procura forças para superar as más escolhas que fez na vida. “Desnudaram-se” diante da platéia, não no sentido literal, mas na demonstração de suas realidades, vivências e emoções.

A arte ou arte terapia, neste contexto, é um veículo que possibilita às reclusas repensarem sobre sua própria identidade, suas opções, gostos e acções em busca de novas perspectivas, mais saudáveis, mais compensadoras, desenvolvendo a auto-estima e o auto-conceito.

O preconceito faz-nos pensar que projectos como este não poderiam ser desenvolvidos, afinal, são pessoas que cometeram delitos. Mas a razão nos fala que somente um ambiente que propicia o aprendizado, a expressão e compreensão dos sentimentos e emoções, que oferece oportunidade de ocupação e trabalho útil pode (re) educar um cidadão. A ociosidade não promove a reestruturação da personalidade nem a conquista de valores que visem o bem comum.

Alguns podem perguntar: o que fazem reclusas no teatro Rivoli? Viraram estrelas?

E respondemos: Sim, viraram estrelas da própria vida assumindo as responsabilidades dos actos e conquistando nova luz, a fim de lançarem um rasto mais luminoso no futuro para si, para a família e para a sociedade.



Parabéns ao Espaço t pela iniciativa!

Stress Infantil: factores internos


No post Semana da criança: stress infantil falamos sobre o stress infantil, possíveis causas e sintomas. Hoje falaremos sobre as fontes internas de stress.

O stress pode ser criado pela própria criança, de acordo com sua aprendizagem social, seus pensamentos, os tipos de personalidade e suas atitudes.

Nesse sentido, as fontes internas de stress têm início na infância, pois, a família, a escola, a comunidade e demais instituições influenciam de forma significativa a formação e estruturação do temperamento da criança, levando-a a adquirir comportamentos que podem desencadear um stress intenso. Entre esses comportamentos destacamos:

a) – Timidez: A criança tímida tende a isolar-se, fugir ou evitar certas situações cotidianas, como contacto com os colegas, festas e apresentações de trabalhos, tornando-se mais dependente dos familiares e, consequentemente, mais retraída. Ao evitar contacto com seu meio ambiente, isola-se, demonstrando desinteresse e apatia, criando, com frequência, um mundo só seu, cheio de fantasias e sentimentos de inferioridade.

Desta forma, empecilhos à socialização da criança, como pais superprotetores ou vida social restrita, fazem com que a criança torne-se dependente e insegura, afastando-se do convívio dos amigos. Além disso, familiares e professores podem reforçar a timidez infantil através do cultivo de um “complexo de inferioridade”, na medida em que afirmam que a “criança é burra”, que “não sabe fazer as coisas”, “que não é capaz de”. Nesse caso, ela passa a não mais acreditar na sua capacidade, cresce tímida e muito insegura, sendo, então, considerada uma “criança inadaptada”. Esses comportamentos são mais constantes nos anos escolares devido à multiplicidade de contactos sociais e à convivência com outras crianças de hábitos diferentes dos dela. Essas situações podem, portanto, desencadear crises de stress.

b) – Ansiedade: A ansiedade ora pode ser o factor desencadeante do stress, ora pode ser desencadeada por ele, quando a criança já se encontra stressada. Caracteriza-se por uma inquietação acompanhada de uma sensação de perigo iminente, manifestando-se por agitação, irritabilidade excessiva, intranquilidade e por um medo de que algo ruim aconteça ameaçando a própria segurança.

De acordo com a pesquisadora Biaggio, “como quase tudo no ser humano, as crianças desenvolvem ansiedade, em parte porque sua constituição genética pode predispô-las a isso, e em parte porque o ambiente em que foram criadas propiciou a aprendizagem de ansiedade” (1999, p.54).

Pode-se salientar que existem várias situações que desencadeiam ansiedade na infância, relacionando-se uma delas ao “sentimento de desamparo”. Este sentimento apresenta-se quando a criança se sente desprotegida e precisa enfrentar ou tolerar uma situação para a qual não se encontra apta, como, por exemplo, submeter-se às provas do colégio, falar com pessoas adultas desconhecidas, iniciar um novo ano escolar ou mudar de escola, entre outros. A criança pode apresentar quadros de angústia e sintomas como vómitos, dores de cabeça, diarréia, falta de ar, tristeza excessiva e inibição da manifestação das emoções.

Outra fonte de ansiedade está relacionada com a repressão dos sentimentos de hostilidade e agressividade para com os pais, professores, entre outros, levando a criança a experimentar uma sensação de angústia por não saber lidar com a própria raiva.

Por outro lado, um grau mínimo de ansiedade pode servir a propósitos construtivos, actuando como estimulador da criatividade e de soluções de problemas. Dessa maneira, a ausência de ansiedade pode, por exemplo, deixar a criança apática e desinteressada pelos estudos. Já um grau elevado pode conduzir o aluno à dificuldade de concentração, à ocorrência de distracções e a erros nas tarefas.

c)– Castigos Divinos: Na procura de comportamentos adequados e maneiras de impor limites aos filhos, os pais apelam para Deus na tentativa de amedrontá-los, a fim de conseguir controlar suas acções. No entanto, a resposta verificada nos dias actuais é o crescente medo das crianças de serem punidas por Deus, tornando tal iniciativa uma significativa fonte de stress.

d)- Formação das crenças irracionais: de acordo com Alcino (1999) as crenças são “todo princípio orientador, convicção ou fé que dão significado e direcção à nossa vida”(p.36). O autor aponta ainda que as crenças irracionais são uma maneira distorcida e disfuncional de julgar as situações e estão ligadas a uma tendência particular de julgar negativamente a si mesmo, o mundo e as pessoas. Essas crenças são limitadoras do desenvolvimento humano e geram, normalmente, frustrações, ansiedade e stress. Tais crenças constroem-se a partir do meio familiar, escolar, religioso, bem como da cultura em que a criança está inserida, e podem ser explicadas por se basearem no desejo de agradar a todos, principalmente aos pais; no medo de insucesso em suas actividades; nas crenças religiosas que envolvam punição divina; na autodúvida quanto à inteligência, entre outros.

Na Escala de Stress Infantil – instrumento de Avaliação dos Níveis de Stress – as frases que se associam às fontes internas são: “fico preocupado com coisas ruins que podem acontecer”, “eu me sinto triste”, “penso que sou feio, ruim, que não consigo aprender as coisas”, “sinto que tenho pouca energia para fazer as coisas”, entre outras.

É aconselhável a observação dos pais e dos professores no desenvolvimento das crianças e nos sintomas que possam vir a aparecer. Perceber como elas interpretam e reagem às situações que lhes acontecem é fundamental para conseguirmos ajudá-las. Criar um ambiente favorável ao diálogo e à expressão das emoções. As histórias e os contos são óptimoss recurso para conhecer a maneira de pensar infantil. Os pais superprotetores devem controlar seus impulsos de “fazer tudo pela criança” para que ela consiga maior autonomia e confiança em si mesma. A práctica do desporto, da dança, as expressões plásticas e a risoterapia são muito úteis para as crianças tímidas pois facilitam o contacto social e a expressão dos sentimentos. Os pais podem orientar as crianças ansiosas para actividades lúdicas e para a práctica do relaxamento a fim de minimizar este estado.

O acompanhamento psicólogico e multiprofissional é fundamental para que a criança reconquiste o equilíbrio. O psicólogo, através dos instrumentos de avaliação e da análise de cada caso, realiza uma proposta de acompanhamento adequada a cada criança. A psicoterapia, baseada em actividades lúdicas e nas várias linguagens da arte, propõe à criança e ao seus familiares um maior conhecimento de si e das relações que estabelecem. Nesse sentido, reestruturam pensamentos, identificam emoções e adquirem ou desenvolvem estratégias mais saudáveis para lidarem com as situações da vida.

Referências:

ALCINO, A. B. (1999) Criando Stress com o Pensamento. In.: LIPP, M. (org.) O Stress está dentro de você. São Paulo: Contexto.

BIAGGIO, A.M. (1988) Psicologia do Desenvolvimento. Petrópolis.

LIPP, M.E.N e LUCARELLI, M. D.M. (1998) Escala de Stress Infantil. São Paulo: Casa do Psicólogo.

Já pensou em ter um massagista lá em casa?


Toque e partilha de bem-estar
Ciclo de workshops o Ego


Já pensou ter um massagista lá em casa? Ou em ser o massagista lá de casa?

Tema: O Ego partilha bem-estar: massagem de relaxamento
Objectivo: Partilhar alguns benefícios da massagem, assim como, de algumas manobras essenciais para as realizar em casa.

Destinatários: Para casais, irmãos, amigos e amigas, pais e filhos…

Duração: 3h00m (15h às 18h00m)

Data: 20 Junho 2010 – Limite de Inscrições.

Investimento: 30€ por cada par.


Material Necessário: Roupa confortável (calça de desporto e t-shirt) e toalha de banho.

Programa:

1.Massagem
1.O que é
2.Objectivos
3.Preparação

2.Momentos únicos
1.Auto Preparação
2.Preparação (ambiente, instrumentos)
3.Que manobras executar
4.Como as executar

3.Finalização
1.Noções básicas de aromoterapia e cromoterapia
2.Conclusão
Contactos:

info@saberesorrir.com 913 463 901 / 967 302 010 / 966 189 415 Praça D. Filipa de Lencastre, nº 22, sala 67 – 4050-259 Porto

Luísa Costa – A valorização da Higiene e Segurança no Trabalho


Luísa Gonçalves Costa, formadora e Técnica de Higiene e Segurança do Trabalho e Ambiente. Desempenha funções nesta área na empresa Montilabor – Serviços Clínicos, Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho, Lda., com sede em Chaves e cuja principal actividade é a prestação de Serviços Externos de Medicina, Higiene e Segurança do Trabalho, entre muitas outras funções. Todas as suas tarefas são realizadas com profissionalismo e empenho, sem esquecer que as empresas são formadas por pessoas e que do bem estar delas depende também o da empresa. Vamos ver de que forma isso acontece?


1- Em linhas gerais em que consiste a actividade de um técnico de Higiene e Segurança no Trabalho?

R: A função de um técnico de Higiene e Segurança no Trabalho (HST) consiste, fundamentalmente, em identificar e avaliar condições e/ou acções que possam ser consideradas de risco para os trabalhadores.

Esta análise engloba distintos parâmetros, pois tanto se avaliam as condições físicas existentes na empresa, tais como: adequação dos postos de trabalho, máquinas e equipamentos utilizados, condições de ventilação e iluminação entre outros; bem como, se avaliam as acções humanas que possam ser identificadas como possíveis factores de risco para o trabalhador.

Depois de feita a identificação e avaliação dos riscos existentes, o técnico tem também como função a implementação das medidas necessárias à redução e minimização desses mesmos riscos. Mediante os riscos identificados, o técnico deverá aconselhar as medidas correctivas e/ou preventivas a implementar. Estas medidas poderão ser colectivas ou individuais consoante a necessidade verificada. As medidas colectivas abrangem todos os trabalhadores, como por exemplo, a colocação de sistemas de segurança em máquinas e equipamentos de trabalho, ou medidas individuais, o que poderá ser o aconselhamento de utilização de Equipamentos de Protecção Individual, comumente conhecidos por EPI’S.

Entretanto, as funções de um técnico de HST são muito mais abrangentes relativamente aquilo que aqui focamos. Aqui simplesmente ressaltamos o que consideramos mais relevante.

2- Além das funções impostas pela lei, em que outros níveis pode um técnico de HST contribuir para o bem-estar e equílibrio de uma empresa?

R: O técnico de HST pode certamente contribuir para o bem-estar e equilibrio de uma empresa, uma vez que a sua função primordial é a de gerar organização e melhorar as condições de trabalho para todos colaboradores da empresa. Se o técnico de HST conseguir cumprir o seu papel impondo essa melhoria nas condições de trabalho, irá originar uma maior segurança. Com o aumento da segurança, mediante a melhoria das condições laborais, surgirá uma maior satisfação nos trabalhadores. Este aumento de satisfação e confiança entre todos os trabalhadores, consequentemente se traduzirá num aumento de equilibrio e do bem-estar entre todos.

3- Da sua experiência profissional acha que as empresas portuguesas cumprem a lei só por cumprir, ou já interiorizaram os benefícios das regras para o bem-estar dos trabalhadores?

R: A implementação de serviços de medicina, higiene e segurança no trabalho numa empresa deverão ser considerados como um investimento e um consequente benefício, não devendo jamais, ser considerados como mais um custo ou mais uma despesa, tal como presentemente se verifica na maioria das empresas. Quando se olhar para esta questão por esse prisma, ou seja, que a implementação da higiene e segurança é um beneficio e um investimento, irá suceder o que já anteriormente mencionamos quando referimos a questão de que a melhoria das condições de trabalho se traduz num aumento da satisfação dos trabalhadores e dessa forma contribuirá para o seu bem-estar. Contudo é de extrema importância ressalta e lembrar a todas as entiddes patronais que, um aumento da satisfação e do bem-estar dos trabalhadores irá, a longo prazo, reflectir-se no aumento da produtividade, pois, em consequência dessa satisfação, os trabalhadores irão gerar uma maior produção.

Assim sendo, será que os beneficios da implementação dos serviços de Higiene e Segurança no Trabalho apenas trarão benecificios para os trabalhadores? Deixo-vos aqui esta questão para que possam meditar a respeito.

4- Da sua opinião pessoal e profissional o que falta ao Homem para ser feliz?

R: Antes de mais gostaria de poder colocar aqui uma “simples” pergunta. O que é a felicidade? Será que somos capazes de arranjar uma definição ou um significado que a todos satisfaça? O mais provavel é que não, pois a felicidade é um sentimento extremamente relativo. Entretanto, se pegarmos nessa relatividade e a analisarmos, poderemos dizer que, apesar de não dispormos ainda de uma definição geral, já é bom saber, pelo menos, que cada Ser tem o seu ideal de felicidade.

Continuando com este raciocínio, deveremos então questionar o seguinte: O que me poderia fazer feliz? Certamente muitos responderiam: Ganhar o Euromilhões!!!! Mas então nova questão se levanta… Serei capaz de ser feliz se não ganhar o Euromilhões? É preciso acima de tudo sabermos encontrar a nossa verdadeira felicidade no que temos e, sobretudo, no que somos! Se formos capazes de encontrar este equilibrio nas nossas vidas, certamente que dia-a-dia começaremos a descobrir a tal felicidade, que talvez sempre tenha estado presente, nós é que não a conseguiamos ver e sentir porque a procuravamos no exterior em vez de a cultivarmos no nosso interior. Esta é a minha opinião pessoal que gostaria de poder partilhar com todos vocês.

Quanto à minha opinião profissional, penso que o que faria falta ao homem para ser feliz são melhores condições de trabalho e melhores salários! Certamente que esta seria também a resposta de muitos trabalhadores.

Calendarização de workshops – 2º Semestre 2010


O Saber & Sorrir segue sempre a sua linha transversal de missão original. A nossa função sempre se susteve na promoção do desenvolvimento harmonioso e dinâmico de todo o Ser Humano para o alcançar de bem-estar, equilíbrio social e emocional, melhorando a qualidade de vida universal.


Então, após a primeira aparição pública da nossa equipa através do workshop O Ser, O Saber e o Sorrir – Passos para o Optimismo, em 3 edições (Chaves, Porto e Braga), chegou o momento de aprofundar temas essenciais no Desenvolvimento Pessoal, através de uma maior exploração e ferramentas práticas, para que a felicidade não continue a ser apenas uma utopia.

Alguns já iniciaram esta viagem de desenvolvimento pessoal nos primeiros workshops, então, estamos aqui para continuar a orientar a sua evolução. Para os que ainda não iniciaram, estamos aqui para que evolua também como ser único e especial que é.

Nesse sentido, pensamos em si como Indivíduo, único e especial, e denominamos este processo de: Ciclo de wokshops do Ego.

Ora, a escolha da palavra Ego não está relacionada com nenhuma corrente psicológica e/ou filosófica de forma específica, mas sim por que, vindo do latim, a palavra significa «eu». Segundo dicionário da língua portuguesa, Ego é o ser enquanto entidade consciente. Consciente de quê? De si próprio e do mundo que o rodeia. Consciente dos seus defeitos e das suas qualidades, dos seus medos, das suas realidades, dos seus sonhos… Consciente que umas vezes precisa chorar, mas que outras vezes precisa sorrir. Consciente que é um ser vivo, um Ser Humano. Que precisa de afecto e atenção, de paz e harmonia. Mas, para que tal aconteça ele precisa AMAR-SE, rir de si próprio e consigo próprio.

Assim, estes workshops são para si! Para que tenha tempo de se olhar e de dar atenção ao ser maravilhoso que é e, em cada workshop, (re)descobrir-se, sem medo, sem vergonha e, sobretudo, (auto)consciente.

Não se esqueça que o seu bem-estar e equílibrio influencia também quem o rodeia.



Para acompanhar este novo ciclo de workshops e para que seja mais fácil crescer conosco proporcionamos-lhe os seguintes descontos:

■Por cada 2 workshops que participar terá 50% de desconto no terceiro (à sua escolha);
■10% de desconto em grupos de 5 pessoas (por pessoa).


Participe! Invista em si e sorria conosco!